Cresce o mercado de joias e semijoias no Piauí

O mercado de joias e semijoias não para de crescer. A previsão do McKinsey Global Institute é que as vendas do setor cheguem a US$250 milhões por ano até 2020. No Brasil, as 3.000 empresas de semijoias e bijouterias faturam juntas cerca de R$ 600 milhões.

Grande parte do crescimento do setor deve-se às mudanças do mercado. Os homens estão mais vaidosos e não compram joias apenas para presentear, mas também como parte de um estilo próprio e moderno. Além disso, os designers brasileiros são criativos na forma e no uso de materiais diversos.

O Piauí não fica de fora desse mercado em ascensão e tem atraído grandes marcas para o estado. Um exemplo é a marca Lucianna Rangel. A maior rede de semijoias do Ceará, com atuação em São Paulo e vendas para todo o país, não para de crescer. Agora chegou a Teresina para surpreender o mercado com investimento em estilo e materiais de qualidade, como corais, turquesa, ametista, citrino e pérolas naturais.

Visando fidelizar o vaidoso mercado piauiense, a marca está sempre buscando se atualizar a acompanhar as tendências. “Nossas peças têm design exclusivo, trabalhamos com joias folheadas a ouro 18 quilates e prata 925 gramas. Participamos anualmente das principais feiras internacionais como a JCK de Las Vegas e a feira de joias de Hong Kong, buscando justamente a inspiração e tendências desse mercado que aproxima cada vez mais a semijoia da joia em ouro. Trabalhamos com zircônia da melhor qualidade, nossos fornecedores têm certificações internacionais e são os mais renomados do setor”, afirma o presidente da Lucianna Rangel, Rodney Rangel.

Ascom

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