Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
quinta-feira, 4 jun, 2026
quinta-feira, 4 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Notícias - Discussão sobre liberação de verbas às universidades públicas opõe governo e professores

Notícias

Discussão sobre liberação de verbas às universidades públicas opõe governo e professores

Redação
Last updated: 07/05/2018 8:27 AM
Redação
Published: 07/05/2018
Share
averba
SHARE

A afirmação do governo de que o Ministério da Educação está liberando a totalidade das verbas destinadas à Universidade de Brasília e às outras instituições de ensino superior foi a grande polêmica da audiência pública da Comissão Senado do Futuro. A reunião foi requerida pelo presidente da comissão, o senador Hélio José (Pros-DF), para discutir a crise da UnB, que à semelhança das outras instituições de ensino superior federais, estão realizando profundos cortes nos programas de ensino, pesquisa e extensão.

Segundo o professor Paulo César Marques, chefe de gabinete da reitoria da UnB, apesar de o MEC declarar que está se cumprindo o Orçamento de gastos com as universidades, o que se gasta está diminuindo.

— Ao se comparar os dados que o Ministério da Educação apresentou aqui na comissão, verifica-se que as verbas de custeio de 2018 são menores que as de 2017. Ou seja, as universidades estão tendo de fazer cortes. Isso não é por acaso, é o projeto de país que está se levando adiante — declarou o professor.

O representante da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação (Sesu), Weber Gomes de Souza, declarou que a pasta tem de se submeter à legislação orçamentária e por isso não pode aumentar seus gastos com as universidades federais. Mas que, tendo a UnB uma previsão de gastos de até R$ 189 milhões, o MEC destinar R$ 229 milhões está dentro do razoável. Francisco Wayne, também técnico da Sesu, afirmou que o Ministério da Educação está seguindo o planejamento de 2018.

— Há uma diretriz do MEC [Ministério da Educação] de manter as verbas de custeio. Nosso limite de pagamento pela Emenda Constitucional 95, que estabeleceu o teto de gastos, é de R$ 18 bilhões. E temos quase R$ 30 bilhões para pagar somando todos os outros gastos, pois há ainda vários compromissos de 2017.

Verbas retidas

O professor Virgílio Caixeta Arraes, presidente da Associação dos Docentes da UnB (ADUnB), afirmou que governo retém no Tesouro Nacional o que a UnB e as outras universidades arrecadam em aluguéis, taxas etc.

— É a chamada rubrica ou fonte 250. Há o dinheiro que é depositado, mas o governo o retém para pagar suas contas. São quase R$ 100 milhões desde 2012 — afirmou.

O professor Gustavo Balduínio, secretário-executivo Associação Nacional dos Docentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), fez uma análise macroeconômica e política.

— Se temos uma economia deprimida, certamente não há arrecadação. Se as famílias estão endividadas, se estão subempregadas sem recolher impostos, não há verbas e financiamento para as universidades. E cada vez mais estudantes estarão vindo de famílias com menos recursos, precisando de apoio das universidades.

Questionado por vários participante e ouvintes da audiência pública por que ele e os outros senadores do Distrito Federal votaram a favor da Emenda Constitucional 95, que implantou o teto dos gastos, Hélio José afirmou que eles haviam dado um voto de confiança ao governo Temer, que acabara de tomar posse.

— A Emenda Constitucional 95 realmente está prejudicando a sociedade. Nós acreditamos na informação de que ela seria importante para o equilíbrio das contas públicas — disse Hélio José.

Durante a audiência, vários participantes ainda debateram com os técnicos do MEC as limitações de gastos que a Emenda 95 tem causando, mesmo que haja superávit com verbas da própria universidade, como explicou o professor Paulo César Marques.

Cerca de 120 estudantes da UnB não puderam entrar na sala da Comissão Senado do Futuro, que estava lotada. A Polícia Legislativa chegou a oferecer a entrada em uma sala de outra comissão, onde poderiam assistir a audiência pelo telão, mas não houve unanimidade quanto à oferta.

Oferta de ginástica laboral em órgãos públicos pode se tornar obrigatória
Guarda Municipal fecha fábrica de cervejas em Teresina
Petrobras reduz gasolina em R$ 0,07 e diesel em R$ 0,08
Strans reduz frota de ônibus no Dia de Finados
Faltará água para 80% dos consumidores nesta quarta(26)
TAGGED:discussaopolemicaprofessores
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?