A magistrada Maria Luíza de Moura Mello e Freitas tomou posse solenemente, na noite de quinta-feira (30), como nova desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI).
A cerimônia foi realizada na sede do tribunal, em Teresina, e reuniu autoridades dos três poderes, entre elas o governador Rafael Fonteles, o presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, Aderson Nogueira, magistrados, membros do Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), representantes da advocacia e familiares. Em seu discurso, a desembargadora defendeu uma Justiça mais humanizada, pautada pelo compromisso com as pessoas e pelo serviço à sociedade.
Ao iniciar seu pronunciamento, Maria Luíza afirmou que assumia o novo cargo com sentimento de gratidão e responsabilidade. Ela relembrou sua história familiar, iniciada no interior de São Paulo e consolidada em Picos, cidade onde cresceu e afirmou ter construído sua identidade.
A magistrada destacou que sua formação pessoal e profissional foi profundamente influenciada pelas experiências vividas nas pequenas comarcas do estado. Segundo ela, essa vivência fortaleceu a convicção de que julgar significa, antes de tudo, cuidar das pessoas.
QUASE QUATRO DÉCADAS DEDICADAS AO TJPI
Integrante do TJPI desde 1987, Maria Luíza construiu carreira com forte atuação na área da infância e juventude. Durante a solenidade, lembrou sua passagem pela 1ª Vara da Infância e Juventude de Teresina, onde atuou na defesa dos direitos de crianças e adolescentes, na Justiça Restaurativa e na gestão do Cadastro Nacional de Adoção.
HOMENAGEM DESTACA DEDICAÇÃO E COMPROMISSO
Responsável pela saudação oficial à nova integrante da Corte, a desembargadora Maria Célia Lima Lúcio destacou a trajetória profissional e pessoal de Maria Luíza, lembrando que acompanha sua caminhada há mais de quatro décadas.
Segundo ela, a nova desembargadora construiu uma carreira marcada pela firmeza de caráter, dedicação ao serviço público e compromisso com a infância e juventude.
Maria Célia também ressaltou a atuação da colega na Justiça da Infância e Juventude, na Justiça Restaurativa, no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) e sua constante qualificação acadêmica, afirmando que sua história profissional “fala por si mesma”.
