Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
quinta-feira, 4 jun, 2026
quinta-feira, 4 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Destaque - Reforma tributária: produtor rural precisa ajustar controles já em 2026

DestaqueNotícias

Reforma tributária: produtor rural precisa ajustar controles já em 2026

Redação
Last updated: 22/01/2026 12:18 PM
Redação
Published: 22/01/2026
Share
Andre 4
SHARE

A transição da reforma tributária começa a impactar o agronegócio antes mesmo de qualquer alteração relevante de carga. Em 2026, o principal desafio para o produtor rural tende a ser a adaptação operacional, com foco na qualidade da informação prestada nas operações.

“Antes de qualquer impacto relevante de carga tributária, o que muda é a exigência de adaptação operacional. A transição do IBS/CBS começa cobrando qualidade da informação, não alíquota: correta emissão da NF-e, enquadramento do produtor como contribuinte ou não, classificação das operações e integração com sistemas”, afirma André Aidar, sócio e Head de Direito do Agronegócio no Lara Martins Advogados.

Segundo o especialista, quem não ajustar controles e documentação desde já pode enfrentar consequências indiretas relevantes nos próximos anos. “Quem não ajustar controles e documentação desde já tende a sofrer glosas de crédito, conflitos contratuais e aumento de custo indireto”, diz.

Na avaliação de Aidar, o maior risco não está em um ato isolado, mas na cadeia como um todo, sobretudo na compra de insumos, com impacto em créditos e repasses, e na venda da produção, quando uma qualificação fiscal errada pode comprometer a operação seguinte. Ele também destaca a relação com cooperativas e tradings, além de contratos de arrendamento e parceria, que muitas vezes ainda não refletem a nova lógica de incidência. “Um erro simples na nota pode gerar efeito cascata para o comprador, afetando preço, crédito e negociação”, explica.

Reforma começa mais na governança

Para reduzir risco e custo ainda em 2026, Aidar recomenda três medidas básicas e de baixo custo: revisar o cadastro fiscal e o padrão de emissão das NF-es, inclusive o campo de contribuinte do IBS/CBS; mapear contratos recorrentes como insumos, arrendamento e venda futura, para identificar pontos de risco tributário na transição, e integrar contador e jurídico desde já, tratando a reforma não só como tema fiscal, mas como tema contratual e operacional.

“A reforma começa menos na alíquota e mais na governança da operação rural. Quem se antecipa reduz risco e preserva margem”, conclui.

Fonte: André Aidar é sócio e Head de Direito do Agronegócio no Lara Martins Advogados, é professor de Direito Comercial e Direito Processual Civil, doutor e mestre em Agronegócio (UFG), especialista em Análise Econômica do Direito (Universidade de Lisboa), em Direito Empresarial (FGV) e em Direito Processual Civil (UFU).

 

Nota sobre reunião do presidente do STF com ministros de Estado sobre ADI 5090
#MêsdaAdvocacia: Subseção de Bom Jesus é contemplada com o encerramento do Circuito “Advocacia na Prática”
STJ define se planos de saúde poderão negar tratamento
Marca anuncia recall de pimenta do reino por presença de bactéria
Proposta que autoriza volta do auxílio é promulgada no Congresso
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?