Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
sexta-feira, 5 jun, 2026
sexta-feira, 5 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Geral - Loja 4.0: novas opções para entregar compras de clientes

Geral

Loja 4.0: novas opções para entregar compras de clientes

Redação
Last updated: 21/07/2024 4:05 PM
Redação
Published: 03/04/2018
Share
amark
SHARE

O transporte no Brasil custa caro para os empresários. Uma pesquisa elaborada pela Fundação Dom Cabral apontou que o custo logístico consome cerca de 11 % da receita das empresas. Esse percentual é ainda maior no e-commerce: o transporte de mercadorias corresponde a 58% dos gastos do setor, segundo dados Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm).

Contents
  • Pegaki: clique e retire
  • Rappi: tudo na palma da mão

O valor deve ficar ainda mais alto depois do recente anúncio de aumento de preços dos serviços dos Correios. A PAC e o Sedex, ambos da empresa pública, são utilizados por 92,2% e 84,4% dos lojistas virtuais brasileiros. É por isso que cada vez mais empreendedores estão buscando alternativas para melhorar as entregas sem onerar as receitas. Startups, como Rappi, Pegaki, BondeEntrega e send4, estão ajudando a modernizar as entregas.

Pegaki: clique e retire

Consumidores que não estão em casa na hora em que o pedido chega ao destino, prédios sem portaria para receber encomendas e áreas consideras de risco pelas transportadoras são apenas algumas das razões que explicam por que as entregas não cheguem ao destino.

Criada por João Cristofolini, Ismael Costa e Daniel Frantz, a startup Pegaki quer popularizar um sistema já consagrado na Europa: o clique e retire. Grandes varejistas, como a Saraiva e o Magazine Luiza, já utilizam esse modelo. Os clientes compram na loja online, mas optam por retirar o produto na loja física. Esse sistema reduz os custos de transporte e contribui para aumentar o fluxo nos estabelecimentos.

O Pegaki é uma opção para que e-commerces, que não dispõem de estrutura física, ofereçam esse mesmo benefício. A empresa cadastra comerciantes dispostos a operar como ponto de retirada e os conecta com as lojas online que querem adotar essa modalidade. Dessa forma, os consumidores podem escolher o melhor dia e horário para buscar sua compra. “Muitos comerciantes têm espaço ocioso e podem guardar mercadorias”, afirma Cristofolini.

É o caso da Ótica Central do Brasil, que comercializa óculos e faz revelação de fotos, localizada na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Há cerca de quatro meses, o estabelecimento se tornou um ponto de retirada do Pegaki. Nesse período, a loja armazenou cerca de 70 pedidos de e-commerces variados e teve um aumento de 15% do fluxo de clientes.

“Um dos benefícios é que novos consumidores descobrem nossa loja”, afirma João Fernando Alves, proprietário da Ótica Central do Brasil. “Funciona como ferramenta de marketing, pois conseguimos atingir um público diferente e que mora na região.”

Os varejistas ganham em média R$ 300,00 adicionais para armazenar os pedidos do e-commerce. De acordo com uma estimativa Pegaki, o crescimento médio é de 200 novas pessoas para dentro da loja e cerca 30% acabam comprando um novo produto ou serviço dentro do seu estabelecimento.

Rappi: tudo na palma da mão

Durante a semana que antecedeu o carnaval, foliões lotaram a Rua 25 de março e a Ladeira Porto Geral em busca das melhores fantasias e adereços. Para os consumidores sem tempo disponível, a empresa Rappi disponibilizou assistentes de compra na região. Eles realizaram as compras e entregavam no endereço combinado.

A praticidade é uma das palavras-chave para a startup. Fundada em Bogotá, na Colômbia, em 2014, a empresa chegou ao Brasil em julho de 2017 e pretende transformar a relação entre varejo e entregas.

A Rappi surgiu quando os colombianos Símon Borrero, Sebastian Mejía e Felipe Villamarin decidiram transpor o posicionamento dos produtos das gondolas para uma plataforma online. A empresa promete entregar qualquer coisa: de remédios a bebidas alcóolicas em apenas alguns cliques, mesmo que a loja não tenha serviço de delivery. Se o produto não estiver disponível no aplicativo, o consumidor pode pedi-lo na categoria “desejos”.

O modelo de negócio é similar ao do Uber. Ao escolher um produto no site da Rappi, um motorista é acionado para realizar as compras para o cliente. O produto é entregue no endereço desejado. Todo o processo pode ser acompanhado em tempo real. Em 2016, a empresa foi acelerada pela americana Y Combinator. Atualmente, as entregas são efetuadas em 12 cidades na América Latina, incluindo São Paulo.

Em breve, a Rappi irá expandir sua operação em quatro novas capitais brasileiras e ampliar as categorias de serviços. “Por enquanto, estamos focados em fazer parcerias com grandes redes, como Pão de Açúcar”, afirma Bruno Nardon, sócio e presidente da Rappi. “Mas pretendemos em breve criar parcerias com o pequeno varejo.”

Fonte: Portal New Trade

Petrobras reduz o preço do gás de cozinha às distribuidoras
Homenagem na Academia Piauiense de Letras
Greve dos caminhoneiros atrasa reposição de estoque no varejo
Alta do dólar poderá impactar preços nos supermercados
Voto eletrônico em reuniões de condomínios
TAGGED:deliveryentregasmarketing
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?