terça-feira , setembro 22 2020

Alinhadores invisíveis são alternativa para tratamento ortodôntico

Os alinhadores invisíveis chegaram como uma grande alternativa para quem não quer apostar no tratamento ortodôntico convencional com o aparelho fixo, braquetes, elásticos e fios. Trata-se de um dispositivo móvel transparente, removível, personalizado, para a correção ortodôntica.
“Esse aparelho ajuda a estética do paciente e a comodidade, pois ele é removível. Quer ir para alguma festa e não usar, ele consegue esse artifício. Sem contar que o tratamento com ele é mais rápido. Além disso, existe uma maior facilidade na higienização”, explicou o dentista Lucas Dias.
Segundo o dentista Lucas Dias, esse aparelho atende até 90% dos casos. Para usá-lo, é preciso uma pré-avaliação para saber se a pessoa está apta a usar. Porém, é necessária uma certa disciplina do paciente para obter êxito no tratamento.
“O aparelho é feito por uma empresa. Aqui eu faço todos os exames e envio para lá, onde eles fazem um estudo, para saber se a pessoa está apta ou não a usar. Se estiver, eles enviam o número de placas a serem usadas e por quantos dias. Então eu venho o planejamento para mim com todas as placas e você consegue acompanhar a evolução delas via aplicativo”, explicou o dentista.
As recomendações mais importantes são não ingerir alimentos com os alinhadores, nem mesmo bebidas. Cafés, vinho tinto, refrigerantes e chás podem manchar o aparelho. Para mantê-lo branco, ingira apenas água com ele. Por último é importante sempre higienizar o alinhador.
A pessoa deve usar o aparelho em torno de 20h por dia e o tratamento dura em torno de 18 meses. O sucesso do procedimento vai depender muito da disciplina do paciente, pois ele que comanda o processo, já que fica com as placas para poder trocar e só vai ao dentista de 45 em 45 para ver se está tudo indo bem com o tratamento.
Ascom

Veja Também

Testes da vacina de Oxford contra Covid-19 voltam no Brasil nesta segunda, diz laboratório

AstraZeneca anunciou retomada dos testes em todo o mundo e Anvisa aprovou continuidade. Protocolo tinha …