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Home - Destaque - STF rejeita ação de Eduardo Bolsonaro contra o apelido “bananinha”

Destaque

STF rejeita ação de Eduardo Bolsonaro contra o apelido “bananinha”

adm
Last updated: 31/10/2021 6:47 PM
adm
Published: 31/10/2021
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deverá recorrer da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que rejeitou queixa-crime do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra seu colega na Câmara, Kim Kataguiri (DEM-SP).

A ministra Rosa Weber decidiu arquivar a ação de Eduardo por ter sido chamado de “bananinha”. Segundo o portal Metrópoles, o parlamentar analisa entrar com embargos de declaração, uma espécie de recurso com a finalidade de esclarecer contradição ou omissão ocorrida em decisão.

“Bananinha”, apelido de Eduardo Bolsonaro nas redes sociais, foi uma criação do vice-presidente Hamilton Mourão, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em março de 2020, comentou fala mentirosa do filho do presidente culpando a China pela pandemia de coronavírus.

“O Eduardo Bolsonaro é um deputado. Se o sobrenome dele fosse Eduardo Bananinha não era problema nenhum. Só por causa do sobrenome. Ele não representa o governo. Não é a opinião do governo. Ele tem algum cargo no governo?”, indagou Mourão.

Eduardo Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal no âmbito do inquérito do STF sobre a disseminação de notícias falsas contra autoridades e o financiamento de atos antidemocráticos.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o filho do presidente ofereceu ajuda ao blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, investigado pelo STF por espalhar fake news, para sair do país. Em diálogo de junho de 2020, o parlamentar pede o passaporte do blogueiro e se mostra disponível. “O que você precisa”, diz.

O filho de Bolsonaro pediu dados do passaporte de Allan e de sua família e pergunta o que ele precisa. Após a resposta, ele acompanha o trâmite do processo, pedindo a Allan o número do protocolo na PF e data de agendamento.

O dono do site Terça Livre, que vive nos EUA, é investigado em dois inquéritos no STF, para apurar disseminação de fake news e para identificar quem financia as ações, atualmente vive nos Estados Unidos.

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