Portadores de doenças crônicas têm direito a vacina contra a influenza

Por doenças crônicas e outras condições clínicas especiais entende-se certas condições de saúde que afetam a imunidade ou tornam seu portador suscetível a complicações decorrentes da gripe, como foi o caso da adolescente que foi diagnosticada com H1N1, que é portadora de asma. Essas doenças são indicadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com sociedades científicas.

A vacinação deste grupo deve ser realizada em todos os postos de vacinação. No entanto, mantém-se a necessidade de prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina, que deverá ser apresentada no ato da vacinação. “Recomendamos que a prescrição seja no mínimo datada deste ano de 2018”, explica Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Se o paciente for cadastrado em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS), ele deve se dirigir ao posto em que está cadastrado para receber a vacina. Se o local de atendimento não possuir um posto de vacinação, o paciente deve buscar a prescrição médica na próxima consulta que estiver agendada.

Amariles Borba garante que as vacinas utilizadas são seguras, compostas vírus inativados, fracionados e purificados, portanto, não contém vírus novos e não causam a doença. “As vacinas são bastante seguras, não sendo encontradas evidências de que causem eventos sistêmicos graves”, afirma.

Influenza

A Influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos ou nariz.

“Além da vacina, a principal forma de prevenção é lavar as mãos até os cotovelos com água e sabão”, explica Amariles Borba. Outras medidas são cuidados simples como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.

Fonte: Ascom

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