Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
quinta-feira, 4 jun, 2026
quinta-feira, 4 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Destaque - Mourão diz que, se tiver ‘grandeza moral’, Gilmar Mendes corrigirá fala sobre Exército e genocídio

Destaque

Mourão diz que, se tiver ‘grandeza moral’, Gilmar Mendes corrigirá fala sobre Exército e genocídio

adm
Last updated: 14/07/2020 4:59 PM
adm
Published: 14/07/2020
Share
gen 14
SHARE

Ministro do STF criticou participação de militares no Ministério da Saúde. Mais cedo, ele esclareceu que criticou emprego de militares em formulação de políticas de saúde.

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira (14) que, se “tiver grandeza moral” o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), “corrige” a declaração de que o Exército se associou a um “genocídio” na gestão da pandemia do novo coronavírus.

Mourão deu a declaração ao ser questionado se Gilmar deveria se desculpar pela fala, feita durante uma transmissão pela internet no sábado (11). O ministro criticou a presença de militares da ativa no Ministério da Saúde, como o general Eduardo Pazuello, que responde de forma interina pela pasta desde maio e levou nomes do Exército para o órgão.

A fala de Gilmar recebeu críticas do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e dos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica. Em nota, a Defesa repudiou as afirmações e informou que enviaria uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro do STF.

Nesta terça, Gilmar divulgou uma nota para explicar a declaração. Ele esclareceu que respeita as Forças Armadas, mas que não cabe a elas formular políticas públicas de saúde, ainda mais em um momento de pandemia.

Questionado sobre a nota, Mourão afirmou que Gilmar deveria admitir que usou um “termo forte” ao usar a palavra genocídio. Indagado se o ministro deveria se ele desculpar, o vice-presidente disse que a correção mostraria “grandeza moral” do ministro.

“É do foro íntimo dele [se desculpar]. Se ele tiver grandeza moral, ele fará isso, corrige o que falou”, disse.

“A nota não tem nada a ver. É muito simples, ele chega e diz assim: olha, eu usei um termo forte para me referir ao papel que o ministro Pazuello está realizando aí no Ministério da Saúde, pronto, acabou, encerra o assunto”, acrescentou.

G1

Não se constrói uma democracia sem a imprensa livre, diz presidente do TSE
Dívidas da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe devem ser pagas por precatórios
OAB cria grupo para regulamentar inteligência artificial
Toma posse Felipe Santa Cruz como presidente da OAB
Presidente do STF manda recado a Bolsonaro: “Independência entre poderes não significa impunidade”
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?