quinta-feira , outubro 1 2020

I Fórum Estadual de Enfrentamento e Erradicação da Mortalidade Materno-infantil

O evento, que ainda está na fase de planejamento, é organizado por diversas entidades ligadas à temática no Piauí, como o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Piauí (Crefito 14), o Conselho Regional de Medicina do Piauí, a OAB-PI e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren-PI).

“Essa uma iniciativa conjunta para trazer esse debate à tona. Muitas mulheres estão morrendo, seja por negligência dos profissionais que a atendem, seja por carência em todo o sistema de atendimento à parturiente. Precisamos encarar essa realidade, apontar os erros e, sobretudo, levantar as soluções e trabalhar para mudar essa realidade”, destaca o presidente do Crefito 14, Marcelino Martins.

Uma das causas da mortalidade materno-infantil é a violência obstétrica, em que a parturiente é submetida a situações de conduta opressiva e degradante. Para Kallinny Gonçalves Matos, fisioterapeuta e coordenadora da Comissão de Saúde da Mulher do Crefito 14, a erradicação da mortalidade materno-infantil deve passar por um processo de humanização do atendimento.

“A gente vê o avanço na maternidade com a presença da equipe multiprofissional, do apoio à mulher e da inclusão das tecnologias não-farmacológicas de alívio da dor. A discussão sobre esse tema é muito importante e favorece muito a sociedade”, afirma.

Segundo o conselheiro do CRM-PI, Gisleno Feitosa, “é importante que haja uma mudança de paradigma sobre os procedimentos aplicados no passado, passando, hoje, para uma metodologia mais humanizada”, conclui.

Fonte: Ascom

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