Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
quinta-feira, 4 jun, 2026
quinta-feira, 4 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Artigos - Geração Z, futuro do trabalho e a consciência coletiva pelo “menos” 

ArtigosDestaque

Geração Z, futuro do trabalho e a consciência coletiva pelo “menos” 

Redação
Last updated: 20/02/2025 4:42 PM
Redação
Published: 20/02/2025
Share
geracaoz
SHARE

Não se fala em outro assunto. É indiscutível que a Geração Z tomou conta das manchetes sobre mercado de trabalho. Esse grupo carrega consigo características únicas, que foram moldadas pela vivência em um mundo digitalizado. Eles possuem todas as informações – literalmente – na palma da mão. São exigentes e contam com estilos diversos. Compreender e se adaptar a isso é algo complexo para gestores e a indústria, em geral, mas também representa uma oportunidade de evolução.

A Geração Z é composta por pessoas que nasceram entre meados dos anos 1990 e 2010. Com acesso a um clique, esses indivíduos se tornaram ambiciosos, decididos e, com expectativas elevadas, tendem a valorizar a autenticidade. Por mais que oferecer uma flexibilidade aos níveis exigidos por esse público seja uma tarefa difícil, as empresas que aprenderem a lidar com isso estarão melhor posicionadas em um mercado impulsionado pela inovação.

Um dado que revela esse desafio é que 60% dos empregadores admitiram ter demitido funcionários da Geração Z contratados recentemente, segundo uma pesquisa da Resume Genius. Isso gerou uma crescente discussão sobre por que muitos jovens enfrentam dificuldades para manter os empregos. É fácil atribuir esse fenômeno a estereótipos geracionais, como preguiça ou imaturidade, mas o problema ultrapassa o pré-conceito. Em primeiro lugar, é preciso analisar as dificuldades dessa geração com o ambiente de trabalho tradicional para entender os porquês.

Diferente dos Millennials, que muitas vezes abraçam a cultura “workaholic”, se dedicam e se identificam fortemente com as próprias carreiras, a Geração Z adota a filosofia do “eu não sou meu trabalho”. Eles buscam um equilíbrio entre vida pessoal e profissional e estão dispostos a lutar por condições justas e uma melhor qualidade de vida. Em paralelo a essas novas perspectivas, recursos inéditos foram adicionados à experiência profissional. A inteligência artificial (IA) está se consolidando como uma ferramenta essencial para as novas gerações.

De acordo com um estudo do Google Workspace, 82% dos jovens adultos em cargos de liderança já utilizam a IA nas rotinas. Além disso, 93% da Geração Z relataram usar duas ou mais ferramentas de IA semanalmente para otimizar tarefas. Essas pessoas estão acostumadas a usar a tecnologia para lidar com atividades desafiadoras e o impacto positivo do recurso já é comprovado – 86% dos entrevistados acreditam que ela pode ajudar líderes a se tornarem gestores mais eficazes.

Para as empresas, aplicar mudanças como essa a processos feitos de forma tradicional significa um esforço contínuo em adaptação, políticas e culturas organizacionais, além de investir em escuta ativa e personalização, para manter a conexão com essa nova força de trabalho. Entretanto, é exatamente essa diversidade de pensamentos, experiências e habilidades que representa uma oportunidade valiosa para inovar e se destacar em um cenário competitivo, que, por sua vez, acompanha as transformações desse público.

A comunicação não pode ser unidirecional. É fundamental considerar as preocupações e aspirações da Geração Z e estar disposto a adaptar-se a elas. Isso envolve não apenas a implementação de políticas de trabalho flexíveis, mas também a criação de uma cultura que valorize a multiplicidade – o que se traduz em uma relação empática entre gestor e colaborador.

Conectar-se de forma eficaz com a Geração Z requer uma abordagem específica. Com a extrema diversidade, típica dessa era, os líderes devem estar dispostos a pensar em novas abordagens para atender às necessidades individuais dos profissionais. Manter a mente aberta é a chave nesse processo.

Ao compreender e atender às demandas dessa geração, as empresas podem criar ambientes de trabalho mais inclusivos, inovadores e produtivos. Isso não apenas beneficiará a esse grupo específico, mas também contribuirá para o sucesso a longo prazo das companhias. É necessário lembrar: essas serão as pessoas majoritárias no trabalho, muito em breve. Garantir as respectivas satisfações é sinônimo de assegurar um ecossistema corporativo sustentável.

Por Danilo Mazuquin, CEO da Mazukim

Cláusula de impenhorabilidade de doador de imóvel não se aplica à execução trabalhista
Saúde incorpora cinco procedimentos contra câncer de mama no SUS
Mesmo preso, alimentante não fica isento de pagar pensão para filho menor, decide STJ
Zé Felipe tem direito aos lucros gerados pelas empresas da Virginia durante o casamento?
Ministro Luís Barroso determina que Senado instaure a ‘CPI da Covid’
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?