terça-feira , setembro 28 2021

Entregamos comodidade

Das cerca de mil baterias que a empresa SOS Baterias comercializa todos os meses, cerca de 70% das vendas acontecem no local em que o cliente se encontra. Como não há cobrança de taxa extra, o serviço caiu no gosto popular e hoje é o carro chefe do empreendimento.

Depois de 25 anos no mercado, o empresário Glifiton Maurício Torres Cabral percebeu que uma boa parte de sua clientela, até por uma questão de falta de tempo, preferia ser atendida na própria casa, no trabalho, ou onde estivesse. Oportunidade percebida, era hora de aumentar a frota de motos do empreendimento.

Já são seis veículos circulando por Teresina indo onde o carro com problemas estiver. Um resultado satisfatório. “Tive que investir em logística e deu certo. As pessoas nem sempre podem vir à loja, daí resolvi ir até a clientela. O bom é que também estou gerando emprego e renda”, informou o empresário.

Para facilitar ainda mais a vida das pessoas, os funcionários que andam nas motos ainda usam uma máquina de cartão de crédito que aceita todas as bandeiras. “Oferecemos comodidade, sendo práticos”, comemorou, não descartando a possibilidade de aumentar a frota, diante da demanda crescente.

O mercado de baterias é concorrido, mas o nicho se torna interessante por conta da grande quantidade de carros que circulam em Teresina. Segundo o empreendedor, os produtos que mais são procurados são das marcas Moura, Heliar e Extrapower.

Cuidados

O empresário alertou para os cuidados que os motoristas devem ter com a bateria nesse período quente do ano.  “Importante verificar se há crostas, olhar o alternador, que é um aliado da bateria, que a mantém carregada. Sugiro uma revisão a cada três meses”, deu a dica.

A média de vida de uma bateria é de dois anos. Grifton Soares Cabral informou ainda que é preciso ficar atento com o excesso de eletrônicos nos veículos. “Quanto mais se sobrecarrega uma bateria, mais diminui a vida útil do produto. Para um som grande, tem que haver mudança também na bateria e no alternador”, disse.

Fato é que as baterias não são mais como antigamente. Se antes eram de celulose e consumiam muito liquido, atualmente tudo é feito à base de polietileno, um plástico com placas reforçadas.  “Não consome água, então é mais difícil queimar”, avisou.

Na SOS Baterias, o caminho para o sucesso passa, literalmente, sobre duas rodas.

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