A Corregedoria Regional do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), em São Paulo, apura a atuação da juíza Adriana de Jesus Pita Colella, que cursou medicina em período integral em uma universidade privada ao mesmo tempo em que exercia suas funções na Justiça do Trabalho de Santos, no litoral paulista.
A investigação foi aberta após questionamentos sobre a compatibilidade de horários entre o internato médico — última fase da graduação — e o expediente da magistrada.
A situação levantou dúvidas internas e gerou tentativas de impedir a promoção da magistrada. Mesmo sob questionamentos, Adriana foi promovida em outubro de 2025 ao cargo de juíza titular do TRT-2. Os pedidos de impedimento foram rejeitados pelo presidente do tribunal, desembargador Valdir Florindo. O caso foi revelado pelo jornal “O Estado de São Paulo”.
