Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
sexta-feira, 5 jun, 2026
sexta-feira, 5 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Destaque - CNJ censura juiz de sessão onde advogada foi chamada de ‘cadela’

DestaqueJurídico

CNJ censura juiz de sessão onde advogada foi chamada de ‘cadela’

Redação
Last updated: 12/02/2025 8:59 AM
Redação
Published: 12/02/2025
Share
https img.migalhas.com .br SL gf base SL empresas SL MIGA SL imagens SL 2023 SL 09 SL 27 SL cropped wiwlrccb.20q.jpg. PROC CP75CCH31622400
SHARE

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) puniu com pena de censura o juiz que presidiu a sessão do Tribunal do Júri do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas) em que a advogada Catharina Estrella foi chamada de “cadela” por um promotor do Ministério Público. A pena foi pelo magistrado não ter interferido nas ofensas. A decisão foi unânime e ocorreu mesmo diante da aposentadoria por invalidez do juiz.

“Tivemos uma atuação omissiva do juiz, que não usou o seu poder de direção da audiência para interromper aquela atuação abusiva do promotor de Justiça”, afirmou o subprocurador-geral da República José Adônis Callou.

Ele explicou que ao longo da sessão, o promotor fez comentários misóginos e que, em certo momento, comparou as mulheres a cadelas. “Nem assim o juiz interrompeu o debate”, disse Callou. O caso aconteceu em setembro de 2023. A censura é uma das penas disciplinares às quais os magistrados estão sujeitos e é considerada uma punição intermediária.

“Eu tive a impressão que o que o promotor pedia era atendido, e o que a advogada pedia não era atendido. Ao contrário, em determinado momento ela disse que não tinha mais condições psicológicas de enfrentar aquele julgamento, e o magistrado permaneceu inerte”, afirmou a conselheira Renata Gil, relatora do caso.

Segundo o advogado de defesa do juiz, Bruno Infante Fonseca, o debate foi “acalorado mútuo”, e o magistrado tentou “remediar” todas as situações para que o Tribunal do Júri não fosse interrompido.

O Conselho também determinou, por maioria, o encaminhando da decisão para o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) para que avalie a conduta do juiz.

O promotor de justiça aposentado Walber Nascimento, autor das ofensas, responde a um processo no CNMP. O processo foi retomado no fim do ano passado, após ter sido arquivado por causa da aposentadoria voluntária dele.

Fabrício Queiroz é preso no interior de São Paulo
Justiça dá 72 horas para governo explicar troca na Petrobras
Reforma Trabalhista reduz contribuições sindicais
Após mediação realizada pelo MPPI, Comissão composta por Sindserm e Prefeitura de Teresina tratará do reajuste do piso salarial dos professores
Governo Trump chama Moraes de “tóxico” e reage a decisão de Dino
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?