Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
quinta-feira, 4 jun, 2026
quinta-feira, 4 jun, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Destaque - AGU notifica Google para remoção de anúncios de links falsos do CPNU 2025

DestaqueNotícias

AGU notifica Google para remoção de anúncios de links falsos do CPNU 2025

Redação
Last updated: 23/07/2025 1:40 PM
Redação
Published: 28/07/2025
Share
d241a74e ddb6 4c6a b743 0c370181ef89 1
SHARE

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ao Google uma notificação extrajudicial solicitando a remoção de anúncios de sites que simulam a página oficial do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2025. Esses sites falsos têm ocupado as primeiras posições entre os resultados de busca, aparecendo antes mesmo da página verdadeira do CPNU, pois entram como “links patrocinados”.

Contents
  • Páginas oficiais
  • Golpes já miraram o Enem

Ao acessar as páginas enganosas, interessados no concurso podem cair em golpes de pagamentos indevidos por taxas de inscrições falsas, bem como ter seus dados pessoais roubados.

A atuação da AGU no caso se deu a partir de demanda do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR). A notificação foi enviada pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), unidade da AGU responsável pelo combate à desinformação sobre políticas públicas.

Além da remoção desses links falsos, a notificação solicita o envio dos dados dos anunciantes às autoridades policiais, diante do indício da prática de crimes, como o estelionato mediante fraude eletrônica (artigo 171, parágrafo 2o-A, do CP). A AGU também pede que não sejam veiculadas na plataforma do Google outras fraudes de inscrição no concurso. O prazo para cumprimento é de 24 horas.

A pena para quem comete o crime de fraude eletrônica é de quatro a oito anos de prisão, além de multa. Isso se aplica a todos os casos em que “a fraude é cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo” (incluído pela Lei nº 14.155, de 2021).

O Procurador Nacional da União de Defesa da Democracia, Raphael Ramos, destaca que, em casos como este, que envolvem fraudes via anúncios em plataformas on-line, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu recentemente que a responsabilidade das plataformas é presumida.

“Isso significa que as empresas precisam adotar todas as providências tecnicamente possíveis para não serem, por ato próprio, também responsabilizadas pelos ilícitos. Daí a importância das medidas corretivas e também preventivas, para garantir a segurança dos usuários no ambiente digital, evitando a prática de ilícitos como esses envolvendo concursos públicos”, afirma Ramos.

Esse tipo de golpe traz danos consideráveis porque, para além do prejuízo financeiro, os candidatos enganados que não realizarem inscrição válida no sistema oficial do CPNU 2025 não conseguirão participar do concurso.

Páginas oficiais

Todas as informações sobre o CPNU 2025, incluindo os meios para se inscrever no certame, são divulgadas na página oficial do concurso.

Também é possível se inscrever por meio do site da banca examinadora, a FGV.

A AGU reforça que somente por essas duas páginas é possível realizar a inscrição, que vai até 20 de julho.

Golpes já miraram o Enem

Fraudes deste tipo estão cada vez mais recorrentes. Há pouco mais de uma semana, a Polícia Federal deflagrou uma operação contra sites falsos que induziam os usuários a efetuar pagamentos indevidos de taxas de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A operação foi batizada de Só Oficial.

Segundo as investigações, durante o período oficial de inscrições do Enem, entre 27 de maio e 14 de junho de 2024, os investigados criaram páginas falsas na internet para simular o ambiente oficial do Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

De acordo com a PF, o esquema fez mais de 35 mil vítimas. Os valores pagos somaram ao menos R$ 3 milhões e foram direcionados para uma conta bancária vinculada a uma empresa privada.

TST: Penhora de automóvel é cancelada após comprador provar boa-fé
IRPF e autismo: justiça reconhece dedução integral de gastos escolares como despesa médica
PARTICIPE DO “I CURSO DE DEFENSORES DE PRERROGATIVAS” DA OAB/MA
Lei dispensa aposentado com HIV de passar novamente por perícia
Especialista ensina como evitar calotes e problemas jurídicos em repúblicas
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?