Para a Dra. Vanessa Albuquerque, sócia do escritório Montañés Albuquerque Advogados, o Dia Internacional da Mulher em 2026 marca um momento de maturidade e reflexão para o mercado brasileiro. Com a consolidação das atualizações da NR-01, o escritório defende que o cuidado com a saúde emocional das colaboradoras deixou de ser uma política acessória para se tornar o alicerce de uma gestão ética e verdadeiramente humanizada. Na visão da especialista, a conformidade legal hoje é, acima de tudo, uma estratégia de preservação da dignidade e do projeto de vida de quem faz as empresas crescerem.
“O zelo pelo bem-estar do colaborador é fundamental para que as empresas alcancem seus objetivos, pois o equilíbrio emocional interfere diretamente na produtividade e nos resultados globais da organização”, ressalta Dra. Vanessa Albuquerque.
A análise do escritório baseia-se em um cenário de transformação: o bem-estar psicológico agora é um pilar obrigatório do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Com o avanço de 2026, a Dra. Vanessa alerta que a fiscalização e o Judiciário estão atentos não apenas aos documentos, mas à realidade prática do clima organizacional, buscando identificar fatores como o esgotamento antes que os quadros se agravem.
“O cenário atual não permite mais separar o bem-estar emocional da segurança do trabalho. Em 2026, o compromisso de uma empresa com as mulheres é medido pela sua capacidade de criar ambientes psicologicamente seguros. Quando alinhamos o suporte jurídico à sensibilidade do RH e à segurança do trabalho, construímos uma barreira sólida que valoriza o capital humano e garante a saúde de quem faz o negócio crescer”, afirma a Dra. Vanessa Albuquerque.
O valor do cuidado real da mulher e a Prevenção
A doutora ainda destaca que a atenção a esses fatores responde a uma urgência social: o último levantamento do Ministério da Previdência Social registrou mais de 288 mil afastamentos por questões emocionais, consolidando o bem-estar psicológico como a terceira maior causa de incapacidade laboral no Brasil. Para mudar essa curva, a Montañés Albuquerque sugere que as empresas invistam em práticas de acolhimento.
- Incentivo ao suporte terapêutico: Facilitar o acesso a plataformas online demonstra proatividade da empresa em cuidar da saúde mental antes do agravamento de quadros.
- Canais de escuta e denúncia: Implementar mecanismos para identificar sinais de assédio ou esgotamento antes que virem um conflito judicial.
- Gestão de retorno e acolhimento: O retorno após um período de esgotamento exige protocolos de reintegração que evitem a re-vitimização, ponto observado de perto pela NR-01.
Neste 8 de março, a proposta da Dra. Vanessa e da Montañés Albuquerque é que as empresas olhem para além do óbvio: tratar a saúde mental feminina como o maior investimento na sustentabilidade humana de 2026.
