Ao usar este site você concorda com nossa Política de Privacidade e termos de uso.
Accept
segunda-feira, 28 set, 2026
segunda-feira, 28 set, 2026
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Busca
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Have an existing account? Entrar
Follow US

Home - Destaque - Presidenciável propõe mandato de 3 anos para ministros do STF

DestaqueTribunais

Presidenciável propõe mandato de 3 anos para ministros do STF

Redação
Last updated: 25/09/2026 8:43 AM
Redação
Published: 25/09/2026
Share
DSC07102 reduzida
SHARE

O candidato à presidência pelo partido Democrata, veterinário Wilson Grassi, afirmou, em entrevista ao podcast Minuto Micheletto, na última quarta-feira (23), que vai propor, caso seja eleito, um mandato de até três anos para ministros indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Atualmente, a ocupação das cadeiras pelos magistrados na suprema Corte ocorre até a idade limite de 75 anos, quando os ministros são obrigados a se aposentar compulsoriamente ou, então, ao optarem pela aposentadoria voluntária, como nos casos de Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Ayres Britto, Ellen Gracie e Nelson Jobim.

Para Grassi, o prazo “vitalício” dos atuais mandatos fortalece vícios e se mostra “antidemocrático”, além de ir contra a vontade da maior parte da população.

Segundo a mais recente sondagem nacional realizada pelo instituto Quaest no início deste mês, 53% dos brasileiros são favoráveis a estabelecer um mandato com tempo fixo para os ministros da Corte, enquanto apenas 30% se mostraram contra o fim da vitaliciedade.

Além disso, o mesmo levantamento aponta que 68% da população brasileira defende que se aumentem as exigências para que novos nomes sejam indicados ao tribunal.

“Sou a favor de um mandato fixo de três anos e a maioria da população concorda comigo”, afirma Grassi.

População indicaria ministros do STF

O candidato também defende uma proposta intitulada “Supremo do Povo”, onde seriam eleitos e indicados para a ocupação de cadeiras no STF poderiam ser trabalhadores comuns como, por exemplo, empregadas domésticas, motoristas de ônibus ou aplicativo, porteiros, enfermeiras, pedreiros, professoras, entre outros profissionais.

“Para ir para o tribunal de contas não precisa ser contador. Deveria, mas não é exigido. Já no STF, é obrigatório ter ‘notável saber jurídico’, o que restringe a vaga apenas a advogados. Se é para fazer julgamentos políticos, por que precisa seguir essa qualificação? Se o tribunal fosse técnico, tudo bem, mas não é o caso e nós sabemos”, questiona Grassi.

Há alguns dias, o veterinário revelou torcer para que os julgamentos relacionados ao caso Master não acabem em pizza, mas que está reticente quanto à conclusão do processo.

 

TST: Penhora de automóvel é cancelada após comprador provar boa-fé
MPPI realiza aplicação de provas do XII Processo Seletivo de Estagiários de Nível Superior – Graduação
Juiz mantém suspensa comercialização de dados pessoais pelo Serasa
STF invalida critérios de desempate para promoção no Ministério Público em três estados
Compliance da vida real: governança, risco e responsabilidade
Share This Article
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Imprimir

Revista Direito Hoje

Somos um veículo que transcende as barreiras convencionais do pensamento jurídico para discussão de temas diversos e plurais

Transparência e Contato

  • Home
  • Sobre Nós
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Comercial

Anuncie conosco
Contato Whatsapp: (86) 9.94373797
E-mail: [email protected]

© Revista Direito Hoje. All Rights Reserved.Site Powered by Masavio
  • Home
  • Destaque
  • Jurídico
  • Tribunais
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?